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sábado, 16 de julho de 2011

Volkswagen Polo 2012


Não foi desta vez! Para os que esperavam a chegada do Polo europeu – aquele com design digno de elogios -, restam apenas as lamentações. A Volkswagen apresentou na sexta-feira (15) em São Paulo, com poucas modificações estéticas e nenhuma inovação mecânica ou inovação tecnológica, a linha 2012 do modelo que por aqui é fabricado desde 2002 e que de lá para cá pouco mudou.
polo (Foto: Marcelo Monegato / G1)Polo 2012 ganhou nova grade do radiador com dois filetes cromados 
Com preços iniciais de R$ 44.390 na versão hatch e R$ 47.770 na sedã, a montadora de origem alemã aposta em versões um pouco mais recheadas – com mais equipamentos de série – para melhorar as vendas. No primeiro semestre deste ano, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacadas 4.560 unidades do hatch – 11.413 menos que o arquirrival Fiat Punto e 773 abaixo do chinês JAC J3. O três-volumes, por sua vez, apresentou número pouco menos decepcionante, 6.262 unidades vendidas.
Todas as configurações oferecem de série ar-condicionado, direção hidráulica, sensor de estacionamento traseiro, airbag duplo e freios com ABS (antitravamento). As motorizações continuam as mesmas, 1.6 Total Flex de até 104 cavalos de potência e 15,6 mkgf de torque – com opção de transmissão manual ou automatizada (i-Motion) de cinco velocidades – , e 2.0 Total Flex de 120 cv e torque de 17,3 mkgf – apenas com opção manual.
concorrentes polo (Foto: Arte / G1)
A gama de configurações também apresenta novidades de reposicionamento no modelo hatch – na sedã continuam as mesmas versões. A opção GT, por exemplo, desapareceu. A Sportline, que antes era ofertada apenas com bloco 1.6, agora também está disponível com propulsor 2.0. O Polo E-Flex, com sistema de partida a frio que dispensava o uso do tanquinho de gasolina no motor, também foi ‘aposentado’. No entanto, a tecnologia foi transferida para o Polo Bluemotion.
polo (Foto: Marcelo Monegato / G1)Na traseira, para-choque é novo e as lanternas foram escurecidas 
polo (Foto: Marcelo Monegato / G1)Painel de instrumentos tem nova serigrafia
Avaliação
 A versão Sportline 1.6 com transmissão automatizada i-Motion e, na sequência, a configuração manual. No trajeto localizado na região do Campo de Marte, Zona Norte da capital paulista, o Polo mostrou que continua o mesmo: prazeroso ao volante.
No entanto, a primeira sensação ao testar o modelo é de uma certa decepção. Analisando o hatch por fora, as mudanças foram poucas e muito discretas. Com novo para-choque, a dianteira se destaca pela grade do radiador com dois filetes metálicos (inspirados no Jetta) e os faróis escurecidos. Na lateral – além das rodas de liga leve de 15 polegadas -, um aplique no rodapé das portas chama a atenção. Na traseira – assim como na dianteira -, as lanternas foram escurecidas e o para-choque retrabalhado. Nada mais.
Por dentro, o Polo mantém caprichado. Na configuração com câmbio ‘robotizado‘, os bancos e o painel das portas eram revestidos em couro. Já na manual, tecido. Em ambas as peças plásticas não apresentavam rebarbas e estavam muito bem encaixadas – características do Polo anterior. Ponto positivo para o teto revestido com tecido preto e para o painel de instrumentos com novo visual e iluminação. Na parte central do painel , onde estão os comandos do som e do ar-condicionado, a peça é da cor cinza – substituindo o preto.
polo (Foto: Marcelo Monegato / G1)Rodapé das portas tem um aplique na versão Sportline )
Rodando
Com regulagens manuais de altura do banco do motorista e de profundidade e altura da coluna de direção, é fácil encontrar uma boa posição ao volante. Os comandos estão todos no alcance do motorista e a visualização das informações – inclusive das transmitidas pelo computador de bordo no centro do painel de instrumentos – é fácil.
polo (Foto: Marcelo Monegato / G1)
Polo 2012 mantém a dirigibilidade da versão anterior 
Com câmbio i-Motion, as acelerações são mais lentas e as retomadas demoradas, mesmo com o torque entregue a 2.500 rpm. As trocas de marchas ainda são ligeiramente incômodas, apesar de o sistema da Volkswagen ser melhor que o da Fiat (Dualogic) ou da Chevrolet (Easytronic). Agrada a possibilidade de trocas pela manopla ou mesmo pelas aletas (borboletas) atrás do volante. Na versão manual, porém, a tocada é mais divertida. Com encaixes fáceis e precisos, a transmissão deixa o Polo um carro prazeroso ao volante.
A suspensão firme garante a boa dirigibilidade. Mesmo abusando na entrada de uma curva, a rigidez do conjunto faz com que o condutor se sinta seguro.
polo (Foto: Marcelo Monegato / G1)Porta-malas do Polo tem capacidade para 250 litros)
O Polo continua sendo um bom carro ao volante e, para alguns, charmoso – mesmo defasado em relação ao modelo da Europa. No entanto, pelo fato de o Brasil estar entre os maiores mercados automotivos do mundo e representar uma fatia importante das vendas da Volkswagen, talvez o mais justo fosse algo além de um 'tapa no visual'.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Toyota revela primeiras imagens da Hilux 2012

A Toyota divulgou nesta quarta-feira (13) as primeiras imagens e informações da nova Hilux 2012. A picape média, que traz pequenas alterações estéticas, melhoramentos no acabamento interno e evoluções técnicas, será comercializada em mais de 135 países. No entanto, não há informações oficiais de quando a picape chega ao Brasil.
hilux toyota (Foto: Divulgação)
Toyota Hilux 2012 ganhou nova grade e conjunto óptico inédito
 
A dianteira ganhou novo conjunto óptico e a grade do radiador (três barras cromadas) foi redesenhada, inspirada nos modelos Corolla e Camry. A lateral manteve a mesma ‘silhueta’ da versão anterior, assim como a traseira, que oferece faróis com nova configuração.
hilux toyota (Foto: Divulgação)
Traseira não trouxe muitas novidades, além dos faróis redesenhados
 
Com novos revestimentos, a marca japonesa buscou um novo patamar de requinte ao modelo. Destaque para a tela colorida de 6,1 polegadas sensível ao toque do sistema multimídia.

A Hilux 2012 terá quatro versões de acabamento (DLX, DLX+, SR e SR+), três de cabine (simples, estendida e dupla) e duas de tração (2WD ou 4WD). Os motores diesel serão o 2.5 turbocharging , que ganhou 24 cavalos a mais (146 cv), e 3.0.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Volkswagen Golf Blue-E-Motion

Volkswagen Golf Blue-E-Motion (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)Volkswagen Golf Blue-E-Motion estreia em 2013
A Volkswagen não acredita que os carros elétricos dominarão o mercado mundial, mas reconhece que este tipo de veículo, com nível de emissão zero, será um mercado importante no futuro, mesmo sendo um nicho. A montadora alemã acredita que esse segmento representará entre 5% e 7% das vendas de carros no mundo em 2020 e, tendo em vista esta perspectiva, quer lançar em 2013 o totalmente elétrico Golf Blue-E-Motion.
“Fabricaremos uma pequena série de carros, porque a tecnologia ainda é muito cara e a autonomia da bateria ainda é um grande desafio. Talvez quando a segunda geração de baterias chegar à produção, por volta de 2030, isso melhore”, diz Gerhard Prätorius, responsável por responsabilidade social corporativa na empresa.
Especialista em sustentabilidade, ele afirma que a mobilidade elétrica será uma opção para os grandes centros urbanos, mas acredita que os motores a combustão terão ainda o papel principal. “Por isso é tão importante o etanol, por exemplo”, diz o especialista, que descarta a substituição de uma tecnologia pela outra.
Concorrentes Golf elétrico (Foto: Editoria de Arte/G1)


Prätorius vai ainda mais longe e acredita que os modelos elétricos irão “concorrer” também com veículos de mobilidade individual, como as bicicletas e scooters elétricas. Mesmo assim, ele ressalta que o plano da Volkswagen de se tornar a 'número um' da indústria automobilística, inclui a liderança em vendas de carros elétricos. Meta essa que também está sob a pressão do governo alemão. “Realmente, o governo aposta muito nisso e tem beneficiado as montadoras com financiamento de pesquisas tecnológicas”, destaca.
Volkswagen Golf Blue-E-Motion (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)Volkswagen Golf Blue-E-Motion tem autonomia para
rodar 150 km
Freia sozinho
O G1 experimentou o Golf Blue-E-Motion pelas ruas de Wolfsburg, na Alemanha, em trechos urbanos. A proposta da VW com o carro é desenvolver um modelo zero emissão, mas que, ao mesmo tempo, seja atrativo. Por isso a escolha do Golf. A sensação é de estar em um automóvel como qualquer outro, a não ser pela falta de barulho e por alguns detalhes que, conforme vai dirigindo, o motorista percebe.
O fato de ser tão parecido com um carro "normal" pode decepcionar os excêntricos ou aqueles que associam carro elétrico a um modelo totalmente inusitado, como o também protótipo EN-V, da General Motors.
Assim, a inovação do Golf elétrico definitivamente não é estética, mas sim tecnológica. O diferencial mais nítido é o sistema específico para andar em trechos urbanos. Ao colocar a alavanca do câmbio na posição “B”, o freio é ativado sozinho assim que o motorista tira o pé do acelerador. Dessa forma, as baterias são recarregadas com a energia liberada nas frenagens. No começo, é estranho, mas ao se acostumar, é nítido o conforto que isso traz à condução no anda-e-para do trânsito urbano. E o carro desacelera suavemente.
Volkswagen Golf Blue-E-Motion (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)Volkswagen Golf Blue-E-Motion tem motor elétrico de 113 cv
Porém, caso necessite de uma freada mais brusca, é só pisar no pedal do potente freio que o carro para instantaneamente. Mas isso exige cuidado, porque a frenagem é realmente forte. O câmbio é mecânico, mas de única marcha e que não exige embreagem. Como o motor elétrico tem torque direto, não precisa do escalonamento de marchas. Além disso, quando a ré é acionada, o motor gira para o lado oposto.

Outro detalhe interessante são as células solares no teto do carro, que geram energia para as luzes internas, por exemplo. O sistema só não consegue energia suficiente para manter o ar-condicionado ligado, mas a Volkswagen ainda desenvolve o dispositivo.
Para completar o pacote tecnológico, a capacidade da bateria é facilmente monitorada por celular. A Volkswagen desenvolveu um aplicativo em que, pelo iPhone, a pessoa consegue à longa distância saber qual é a autonomia e quanto falta para a carga total – enquanto o carro é recarregado —, além de verificar se as portas estão travadas e ligar o ar-condicionado antes de a pessoa chegar ao carro.
Volkswagen Golf Blue-E-Motion (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)Cabo de recarga fica no porta-malas do carro
(Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)
O elétrico tem desempenho muito bom, desenvolvendo 113 cavalos (85 kW) de potência e 27,5 kgfm de torque. O carro pesa 1.629 kg, sendo 315 kg apenas da bateria de íon-lítio, e acelera de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos.
O único problema, como para qualquer elétrico, é a autonomia. O Golf Blue-E-Motion pode rodar por 150 km com uma carga de bateria, no entanto, isso pode diminuir, dependendo da forma como é conduzido. Futuros concorrentes como o Nissan Leaf e o Mitsubishi i-Miev têm autonomia um pouco maior, de 160 km.
Para fazer a recarga, basta pegar o cabo que fica no porta-malas do veículo e plugar ou na parte lateral ou frontal da carroceria e ligar ao posto de recarga ou à tomada de casa.
Produção também ecológica
Segundo Gerhard Prätorius, somente fabricar produtos com zero emissão não é o suficiente. Além de investir em tecnologias como o carro elétrico, a Volkswagen tem mudado ao longo dos anos todo o processo produtivo para uma forma mais sustentável. Supervisionar tudo isso e buscar novas ideias são duas das funções de Prätorius.
Ele afirma que as fábricas da companhia em todo o mundo buscam soluções ecológicas. Entre elas, Prätorius destaca a pintura com base de água, que já é implementada no Brasil, a geração de energia por meios alternativos, como a eólica, de biomassa e fotovoltaica, a reciclagem de materiais e o uso de garrafas PET e fibras naturais no desenvolvimento de peças.
A meta da Volkswagen é diminuir em mais de 10% o nível de emissões de CO2 de todo o processo de produção até 2013, para assim, em 2015, atingir a redução de 20%.

domingo, 3 de julho de 2011

Lamborghini Aventador

EMISSÃO DE CO2 398 g/km ALTÍSSIMA
LAMBORGHINI AVENTADOR ESTIMADO R$ 1.500.000
Motor 12 cilindros em V de 6,5 litros e 700 cv de potência. Aceleração de zero a 100 km/h em 2,9 segundos e velocidade máxima de incríveis 350 km/h. Este é o cartão de visita da Lamborghini Aventador. Por isso, com um pouco de temor reverencial, me coloco ao volante da aguardada herdeira da Murciélago estacionada no circuito romano de Vallelunga. Depois de me aconselhar a não desligar o ESP, Maurizio Reggiani, responsável pelo desenvolvimento do modelo, me tranquiliza.
“O Aventador é um potente supercarrro, mas pode ser usado como um dócil automóvel urbano. Tente usar o acerto para estrada e verá do que ele é capaz”, garantiu o engenheiro da tradicional fabricante italiana, hoje parte do grupo Volkswagen. Preciso confessar: o sistema eletrônico de estabilidade não foi mesmo desativado, mas, assim que entrei na pista, esqueci a história de carro de cidade e passei ao acerto corrida, o mais extremo deles (os anteriores são estrada e sport).
Acelere esta fera!
Os bancos esportivos mantêm o motorista bem preso ao carro e o motor V12 tem localização central
Na primeira curva, a Lamborghini já dá o recado, mostrando-se quase um carro de corrida. Mas, assim que aprende a lidar com ele, você ganha confiança e passa a se sentir seguro. O brutal 12 cilindros, bem auxiliado pelo câmbio de sete marchas, sobe rápido de giro. Estável e bem equilibrado, nas altas velocidades e curvas amplas o esportivo precisa ser tocado com cautela, já que os freios, bem calibrados e potentes, induzem o piloto a retardar as frenagens antes das curvas.

A entrada na curva é precisa. Não há uma saída de frente marcante e a traseira se move apenas o bastante para agilizar a manobra. Enquanto se percorre a curva, a aderência e a estabilidade são garantidas pelo sistema de tração integral com embreagem Haldex. O esterço rapidíssimo, mas também preciso e progressivo, permite manter as rodas onde se deseja, desfrutando de tudo o que a pista oferece. O Aventador tem também câmbio de carro de corrida, muito veloz ao processar as exigências do motorista (trocas em 50 milissegundos).
As escaladas são rápidas tanto nas frenagens quanto nas acelerações em saídas de curvas, sempre acompanhadas de um golpe violento que “informa” que a marcha solicitada foi inserida. Espetacular! Um carro sem defeitos? Posso apontar alguns. As borboletas de trocas de marcha, por exemplo, são difíceis de operar com o volante esterçado.
Os comandos de acerto do carro não são facilmente identificados e acionados quando se está dirigindo e o som do motor não invade o habitáculo como se desejaria. Fora isso, nada me desapontou. Claro que toda essa tecnologia tem um preço: na Europa, a partir de setembro, custará 315 mil euros (cerca de R$ 732 mil). No Brasil, deve chegar em 2012, por mais de R$ 1,5 milhão.
Quase terminando a avaliação, me lembrei da dica do engenheiro Reggiani. Mudei o acerto para a configuração estrada e percorri, com o câmbio no modo automático, a última volta na pista. Deu para perceber o potencial desse superesportivo em baixas velocidades. Ele se move com agilidade e não sofre para contornar devagar as curvas do circuito. Mas, para saber o real nível de conforto que o modelo oferece a motorista e passageiros, precisaria dar um giro pelas ruas e estradas da cidade. O que, desta vez, não me foi permitido. Fica para a próxima.
Lamborghini Aventador
MOTOR 12 cilindros em V, 6,5 litros, 48 V, aspirado TRANSMISSÃO manual automatizada, sete marchas, borboletas no volante, tração integral DIMENSÕES comp.: 4,78 m larg.: 2,03 m alt.: 1,14 m ENTRE-EIXOS 2,700 m PORTA-MALAS não disponível PNEUS dianteiros: 255/35 R19 / traseiros: 335/30 R20 PESO 1.575 kg • GASOLINA POTÊNCIA 700 cv a 8.250 rpm TORQUE 70,4 kgfm a 5.500 rpm VELOCIDADE MÁXIMA 350 km/h 0 100 km/h 2,9 segundos CONSUMO 5,8 km/l (média cidade / estrada) CONSUMO REAL não disponível
Com 700 cv de potência, aderência e estabilidade são garantidas com o uso de um moderno sistema de tração integral com embreagem Haldex

sábado, 2 de julho de 2011

O certo e o errado ao aplicar a película automotiva

Ana Lucia Silva
Editora Globo
Cuidados devem começar na instalação da película e precisam seguir com o passar do tempo
 
A película automotiva ficou mais famosa com o nome de "filme". Surgiu no início dos anos 80 e foi ganhando público, mas muita gente abusou. Com vidros cada vez mais escuros, a privacidade pode aumentar, mas a visibilidade noturna fica seriamente prejudicada. O Contran teve de interferir e estipulou a resolução 254, de 2007, que passou a delimitar a porcentagem de luminosidade mínima para cada vidro do carro.

Pela lei, vidros frontais devem manter no mínimo 75% da entrada de luz, vidros laterais dianteiros, 70%, vidros laterais traseiros, 28%, e vidros dianteiros, 28%. Todos devem ter chancela indicativa no vidro. Quem apelar para o estilo e decidir escurecer mais que o permitido, pode levar cinco pontos na carteira e pagar multa, que varia para cada estado do país. E tem de remover a película.

O principal fator que leva à colocação do filme é a segurança, seguida da privacidade. Há no mercado películas com especificações diferentes que ajudam a proteger a pele do sol, manter a temperatura do ambiente, reduzir ruídos ou até criar uma barreira antivandalismo. Algumas películas chegam a reforçar o vidro em 18 vezes, e protegem o motorista e os passageiros de estilhaços em caso de impacto, além de barrar 99% os raios UV.
Editora Globo

Aplicação
A aplicação deve ser feita em oficinas credenciadas. Mais do que a mão-de-obra, a qualidade do filme deve ser boa para evitar o surgimento de bolhas ou o descascamento. “As bolhas podem ser formadas a partir da má colocação ou má qualidade do produto. Um filme tem de durar no mínimo cinco anos”, afirma Enrique Mozen, instalador da H3 Customs. Os fabricantes chegam a oferecer até 5 anos de garantia em alguns tipos de película.

A instalação começa com a limpeza do vidro, antes da colocação do filme com ajuda de água ou sabão. Após a aplicação é preciso esperar “curar”, como diz Jonatas, consultor da Insulfilm. “É preciso deixar o carro parado por três dias, depois ficar cinco dias sem usar o desembaçador. Filmes como o de antivandalismo demoram cerca de 20 dias para secar totalmente”.

O preço do serviço custa em média R$ 100 para carros populares de duas portas e R$ 120 para carros populares com quatro portas. “Se o carro for mais alto, o preço varia de R$ 140 e R$ 160. O valor depende de quantos vidros o carro tem e a dificuldade da aplicação e modelagem”, afirma Enrique.
Editora Globo
Cuidados
Depois que o filme foi colocado e “curado”, os cuidados com a limpeza e a lavagem são iguais aos de um vidro comum - podem ser lavados com água e sabão. “Se o vidro ainda não estiver seco, deve ser limpo com um pano bem de leve, para não tirar o filme do lugar”.

Camaleão
Os filmes podem ser comprados em diversas tonalidades. Estão disponíveis no mercado tons de azul, verde e preto, entre outros. Além das cores, existe o filme fotocromático, que escurece de acordo com a necessidade e a incidência de luz. “A película consegue escurecer 70% quando há muita luz, sem exceder os limites da lei”,

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Renault Sandero automático

A Renault anunciou nesta sexta-feira (1º) o lançamento do novo Sandero com transmissão automática de quatro velocidades. Disponível apenas na versão topo de linha Privilège com motor 1.6 16V Hi-Flex, o modelo chega às concessionárias com preço sugerido de R$ 43,9 mil – a opção com câmbio manual de cinco marchas parte de R$ 40,4 mil.
sandero automatico (Foto: Divulgação) 
Renault Sandero automático está disponível apenas na versão Privilège
 
Segundo Gabriel Bella, engenheiro responsável pela área de desenvolvimento de motor e câmbio da Renault do Brasil, a caixa do Sandero foi projetada para durar mais de 300 mil quilômetros “sem qualquer tipo de manutenção”. Ela oferece a possibilidade de trocas manuais pela alavanca e agrega a função ‘kick down’, que reduz uma marcha assim que o motorista pisa fundo no acelerador para entregar maior torque.
sandero automatico (Foto: Divulgação) 
Transmissão automática do Sandero tem quatro
marchas
 
Ainda segundo Bella, esta transmissão automática de quatro marchas tem uma central eletrônica que faz a leitura de diversos parâmetros e se adapta ao estilo de condução do motorista. “Essa central trabalha com base em uma série de parâmetros, como rotação do motor, abertura da borboleta e velocidade de acionamento do pedal do acelerador, além de velocidade do carro e carga do veículo”, explica o engenheiro.
Motor e desempenho
O Sandero Privilège automático é equipado com motor 1.6 16V Hi-Flex de 112 cavalos de potência e 15,5 mkgf de torque, quando abastecido com álcool. Na linha Sandero, este motor estava disponível somente para a versão ‘aventureira’ Stepway. A velocidade máxima é de 171 km/h - 3 km/h a menos que a velocidade máxima do Sandero Privilège manual que utiliza motor 1.6 8V Hi-Torque. A aceleração de 0 a 100 km/h, por sua vez, ocorre nos mesmos 11,7 segundos.
Equipamentos
Em termos de equipamentos, o Sandero automático entrega direção hidráulica, travas e vidros elétricos, ar-condicionado, computador de bordo, faróis de neblina, rodas de liga leve de 15 polegadas, retrovisores externos com regulagem elétrica, ajuste de altura da coluna de direção (sem profundidade) e rádio CD player com MP3.
sandero automatico (Foto: Divulgação) 
Sandero Privilège automático utiliza motor 1.6 16V de até 112 cavalos
 
Os únicos opcionais são freis com ABS (antitravamento), airbag frontal duplo, terceiro encosto de cabeça para o banco traseiro e revestimento do volante em couro, que podem ser adquiridos somente juntos no pacote chamado Pack Segurança.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ferrari diz que preferência de donos pela cor vermelha diminuiu

Praticamente um símbolo da marca, a Ferrari vermelha tem sido escolhida por menos compradores dos esportivos italianos ultimamente. Segundo a fabricante, no início dos anos 90, 85% das Ferraris produzidas eram pintadas em vermelho. Nos últimos anos, no entanto, esse percentual caiu para 45%.
O tom ainda predomina, mas divide cada vez mais espaço com outras opções de cores. A montadora tem investido na personalização dos veículos.
O vermelho foi usado para identifiicar os carros italianos desde os primórdios do automobilismo e, conta a Ferrari, após a exposição de marcas de patrocinadores foi liberada na Fórmula 1, nos anos 60, a marca foi a única a permanecer com carros em vermelho. Isso criou uma identidade que foi estendida para os veículos comerciais.
ferrari índia (Foto: AP)Vermelho ainda predomina, mas perde espaço para outras opções
Atualmente, além de uma vasta gama de cores, os clientes também podem optar pela combinação de mais de uma no mesmo carro, uma no teto e outra na carroceria. A Ferrari lembra que a "moda" dos dois tons já ocorreu anteriormente: marcou modelos como o 250 GT 1957, que é pintado em branco mas tem o teto verde.
A marca também investiu em estudos para deixar os esportivos mais brilhantes, desenvolvendo a tecnologia das três camadas. Na última, pigmentos refletem a luz do sol de vários ângulos.
A Ferrari ainda permite que os clientes levem uma amostra da cor da tinta que desejam para seus carros. Diz a fabricante que a cor pode ser copiada de qualquer objeto. Com isso, crescem os casos de Ferraris "únicas", que não possuem "cópia" em nenhum outro lugar do mundo, destaca a fabricante. Os pedidos de pintura especial subiram de 1% do total de vendas no início desta década para mais de 10% em 2010.